The Teenagers "Homecoming"
The Teenagers está no caminho certo para se tornar a próxima bandinha da moda. Estão fazendo ótimos remixes de novas bandas já consagradas e suas músicas originais estão bombando nos blogs. Guardem esse nome na memória que com certeza ainda irão ouvir falar muito deles.
Estava fazendo um passeio por alguns dos blogs mais muderninhos e notei que este clipe está em vários! Agora repetido aqui:
 Não se pode dizer que temos disco novo do Röyksopp, mas já é um alívio. Afinal, uma banda tão boa não poderia ter mau gosto pra música. Back to mine é um set de mais de uma hora de música mixada e remixada com as canções favoritas do duo norueguês, responsável pelos sublimes álbuns "Melody Am" e "The Understanding". Uma mistura dançante com o disco dos anos 70 e algo próximo aos primórdios do eletro. Vale a pena dar uma escutada! Eis a lista das músicas do set: Talking Heads - Born Under Punches (The Beat Goes On)/Harry Thumann - Sphinx/Kasso - One More Round/Pino D'Angino - Ma Quale Idea/Edgar Winter - Over & Over/Ray Mang & Nathan D'Troit - Off Side/Mr Flagio - Take A Chance/Mike Oldfield - Charleston/Emmanuel Splice - Meatball/Jesse - That's Hot (Joey Negro Re-Edit)/Art Of Noise - Legs/I Level - 3A.M. Give Me/Klein & MBO - Dirty Talk (European Connection)/Supermax - It Ain't Easy/Idris Muhammad - Could Heaven Ever Be Like This/Guy Dalton - Night People (New York Club Mix)/Valerie Dore - Get Closer/Ginny - Can't Be Serious/Funkadelic - I'm Never Gonna Tell It/The New Birth - It's Been A Long Time
 Ah, esses festivais... por que não tive a idéia de lançar uma campanha de arrecadação neste site para uma cobertura 2007 do Roskilde pela Indiecent Music? Cansei de ser sexy e Bonde do Rolê estarãoo chamando a atenção como representantes brasileiros da "new rave" este ano. Enquanto isso, no Coachella, que ainda tá rolando no domingão , Arcade Fire, !!! e LCD Soundsystem são três entre a centena de bandas legais que estão incendiando pra valer o deserto norte-americano. Outro grande destaque foi a aguardade volta do Jesus and Mary Chain, com música nova e participação da Scarlett Johansson em "Just Like Honey". Para acompanhar babando a cobertura do Coachella pelo UOL, clique aqui.
Novo single do White Stripes
 O White Stripes é uma banda que lança discos medianos, mas sempre com um single arrematador. Todos os discos sempre tem uma música que realmente bomba e as outras caem logo no esquecimento. Foi assim com “fell in Love with a girl” do segundo disco, depois veio “seven nation army” e em seguida “blue orchid” do último disco.
O novo disco da banda, que terá o mesmo nome do single, “Icky Thump”; já tem data marcada para ser lançado: 19 de junho. Só que, ao contrário dos discos anteriores, dessa vez o single não é nada dimaixxx. Mas quem sou eu pra falar, ouça aí e dê a sua opinião. White Stripes - Icky Thump.mp3 .
 ¡Ariba! \o/ O Podcast Indecente # 2 chega em ritmo latino regado a maracas e guaca mole. Prepare-se porque a indecência foi grande e tivemos até uma participação especial da Cicciolina. Es muy hot: SEXYNESS! E digo mais, está simplesmente DIMAIXXX! Convidadas especiais: Thays Hungria e Clarisbella. Setlist: . Air – Mer Du Japon . Caribou – Yeti . Shakes – Sister self doubt . Of Montreal – Suffer or fashion . Softlightes – Heart of sound . Los Campesinos – You! Me! Dancing! . The Sounds – Tony the beat (Rex the dog remix) . Justice – B.E.A.T. (extended version) . Feist – My moon my man . Lovage - Pitstop Para ouvir direto do iTunes/iPod vá em "advanced" > "Subscribe to Podcast" e cole o link itpc://indiecentmusic.podbean.com/feed/Para baixar e ouvir onde quiser clique aqui!
Manic Street Preachers, Richey James e o disco novo
 O que faz dos Manics Street Preachers uma banda tão interessante são os temas politizados e audaciosos abordados em suas canções e a aura maldita que paira sobre eles - e que também os serve de publicidade. O guitarrista Richey James é um daqueles heróis românticos do rock, na linha Ian Curtis e Syd BArrett. Em entrevista após um show (história famosa), o atormentado letrista talhou "For real" no próprio braço, ao ser questionado por um jornalista sobre a autenticidade do grupo e da polêmica que levantavam com temas como socialismo e crítica social. Mais tarde, ele desapareceu. Não morreu: desapareceu! Saiu de um hotel em fereveiro de 95, deixando cartões de crédito e passaporte. O carro foi encontrado uma semana depois, em um local "frequentado por suicidas". O corpo sumiu. Quer dar umas risadas? Quanto mais você conhecer sobre a história dos Manics e do britpop em geral, mais você irá tirar proveito de um pequena paródia sobre o sumiço de Richey James, escrita por Fábio Bianchini e publicada aqui, no site Scream and Yell. Na história, Richey volta à cena em 2000 e liga para o baixista Nicky Wire: - “Porra, não está reconhecendo a minha voz?”
- Tá pensando o que? Que nunca nenhum engraçadinho me telefonou se fazendo passar por Richey e imitando a voz dele? Por acaso você tem como provar que é o Richey de verdade?” - “Claro que eu posso. Lembra aquelas entrevistas, quando a gente falou que nossa grande motivação era os dez anos do punk, que a gente curte Public Enemy e Guns’n’Roses? Tudo cascata. O que a gente gosta mesmo sempre foi Echo and the Bunnymen, Primal Scream das antigas, Shop Assistants, Smiths e tudo o que a Creation lançava nos anos 80. E tem mais: a gente falava que Slowdive era pior que Hitler, mas tínhamos todos os discos”. Nicky ficou assombrado por alguns segundos, que pareciam eternos. Até que... - “Richey. Você está onde?” - “Tô aqui no aeroporto. Cansei de viver escondido. Resolvi voltar. Voltar pra banda. Aprendi a tocar guitarra e tudo.” Bem! A que se deve tudo isso, mesmo? Comentar que o Manic está de disco novo. "Send Away The Tigers"é mais do mesmo indie-hard-rock-meloso, sempre indispensável para fãs, mas sem acrescentar muito à evolução da música. Nina Persson, vocalista dos Cardigans, acompanha o vocalista James Dean Bradfiled na faixa "Your Love Alone Is Not Enough". No site oficial do grupo é possível baixar gratuitamente a faixa "Underdogs". O lançamento do álbum está previsto para 7 de maio. Obviamente, ele já está inteirinho na internet. Não conhece a banda? Vá atrás dos seis primeiros discos.
Mais Estranho Que A Ficção
 Título Original: Stranger than Fiction Gênero: Comédia Tempo de Duração: 113 minutos Ano de Lançamento (EUA): 2006 Direção: Marc Foster Roteiro: Zach Helm
Você vai levando a sua vidinha medíocre de classe média baixa, indo para o trabalho de segunda à sexta naquele mesmo horário: 9:00 a.m às 18:30 p.m. também conhecido como horário comercial. Nada de interessante acontece na sua vida a ponto de você ter que se distrair contando os movimentos que faz com sua escova de dentes e os passos até chegar na parada de ônibus. Vale dizer que você trabalha com números na Receita Federal. Além disso, você não gosta do seu trabalho. Alguma identificação? Esse é o resumo da rotina de Harold Crick.
Ao ler essa descrição, é fácil imaginar a expressão de uma pessoa que leva uma vida dessas, não é? Ou melhor, a ausência de expressão. Uma coisa meio robô ou homem de lata do “Mágico de Oz”. E Will Ferrell consegue representar esse ser inerte de forma sublime. Porém, ao contrário de um robô ou homem de lata, ele tem um coração, apesar de ter praticamente esquecido de sua existência. Mas tudo muda quando Ana Pascal (Maggie Gyllenhaal) surge em sua vida graças ao trabalho que ele não gostava, vejam só que ironia do destino.
“Mais Estranho Que A Ficção” é uma comédia permeada pela ironia. Passa longe do besteirol, das piadas fáceis. Pode ser classificado como comédia romântica (com umas pitadas de drama), mas sem muito mel. Uma comédia romântica biscoito, levemente doce e nada enjoativa. É o biscoito molhado no leite depois de um dia difícil e de bônus, uma excelente trilha sonora (e diversas homenagens aos Beatles!). Esse filme me fez perceber que por mais estranha e medíocre que a vida seja, ela pode ser tão boa quanto uma obra de ficção. Tudo pode mudar numa quarta-feira pela manhã enquanto você se dirige despreocupadamente para o trabalho.
O que foi dito sobre a moda no post de baixo bem que pode ser aproveitado também para a música. Os estilos vêm e vão e o que é cool hoje, amanhã já está batido, mas acabada sendo redescoberto com novo frescor depois de amanhã.
Um estilo que está vivendo um desses períodos de redescoberta é o glam rock. Uma vez ouvi uma boa definição de glam rock, “ele é a pura essência do rock n roll, mas usando maquiagem”. Aliás, encontramos aí um outro ponto em comum com o post de baixo: a peruagem!
Toda a peruagem glam foi resgatada em 2005, quando o Louis XIV lançou o libidinoso The Best Little Secrets Are Kept, um álbum que remete direto a Bowie e Bolan e plumas e afetação. Na época, o Louis XIV parecia estar em descompasso com o seu tempo, revivendo um estilo que estava no fundo do baú pegando cheiro de naftalina desde quando o Brett Anderson parou de rebolar. Porém, de lá para cá, outros rapazes pegaram suas guitarras e seus delineadores e deram também um mergulho na fonte glitter. O glam rock está de volta.
Pop Levi
Abaixo estão algumas músicas que mostram um pouco do glam rock em pleno 2007.
Antes era brega... Agora é cool!
 Atenção, peruas e fashionistas: as estampas de oncinha são o styling do momento!
A moda é mesmo um organismo vivo. Ela compreende um mundo em que estilos vêm e voltam freqüentemente. E é o que aconteceu com as estampas de oncinha que já foram banidas do mundo da moda, queimadas na fogueira fashion sob acusação de significarem total falta de elegância e, agora, voltam renascidas das cinzas.
Na verdade, as estampas de oncinha se tornaram uma espécie de febre nas composições de looks desse outono/inverno. Estas podem ser encontradas com pintinhas em diversas formas e tamanhos e também acompanhdas em fundos de muitas cores que variam do branco ao dourado, passando pelo cinza.
Seja na coleção da Vide Bula, ou da Dolce&Gabbana, as estampas de oncinha fazem o maior sucesso em casacos micro, vestidos, blusas e, acreditem, até em pantalonas. Além, é claro, de terem se tornado quase senso comum em bolsas (carteiras, ou bolsas enormes), sapatos (destaque para os "peep toe", aqueles sapatinhos típicos dos anos 30 que deixam apenas um pedacinho dos dedos a mostra), cintos e pulseiras.
Achou over? Isso não é nada, levando em conta que, no momento, é super in usar estampas de oncinha combinadas com peças em cores cítricas, o que remete qualquer um que tenha vinte e poucos anos á década de 80. É um verdadeiro túnel do tempo da moda!
Portanto, é bom aproveitar a época de peruagem e usar muitas estampas de oncinha. Antes era brega, agora é cool.
Deaf Stereo - Youth In Movement (ao vivo)myspace Harrisons - Monday's ArmsmyspaceDuas músicas que são indie rock for the dancefloor e cheiram a hit. Goose - British ModePara quem gosta de baladinhas, músicas calmas e que falam ao coração, um aviso: fique bem longe do Goose! O álbum de estréia desses belgas é pura fúria extravasada em forma de rock’n’roll. Mas como não poderia deixar de ser hoje em dia, há também boas doses de eletrônico e, de fato, o grande trunfo de Bring It On são seus sintetizadores. Pegando emprestada a expressão dos shoegazers, dá para dizer que o disco do Goose tem verdadeiras paredes de sintetizadores. Pena que aqui no hemisfério sul só dá para ficar imaginando como tudo isso deve soar incrível ao vivo. myspaceMotor - Bleep #1Voltando aos comentários do post "Alguns remixes legais" (19/3), essa tendência technosa nos remixes de rock obviamente não saiu do nada, a reavivada do techno já está rolando há algum tempo e, em meio a esse revival, o duo franco-americano Motor (que, alías, é a atual identidade da dupla que assinava o projeto Xlover) lançou Klunk, um álbum de estréia que impressionou bastante e os firmou como um nome de destaque nessa cena. Menos de um ano depois, o Motor volta com um novo trabalho. E o que é esse segundo disco?? Unhuman é todo permeado por experimentalismos industriais e atmosferas sinistras ebm-icas e aqui e ali ouvem-se gotas de ácido e ecos de Warp no início dos anos 90. Absolutamente obrigatório! myspaceMetronomy - Trick Or TreatzFalando em remixes, essa faixa do aclamado álbum Pip Paine (Pay The £5000 You Owe) ganhou recentemente uma nova versão nas mãos do Klaxons, a qual foi descrita pelo Pure Groove como "tão quente que você vai precisar de luvas térmicas para discotecar". myspace
Glass Shark - I Love My Disco RobotO Glass Shark quer fazer com que a receita de cornish pastry não seja mais o único produto de exportação cultural da Cornuália. Quem sabe eles conseguem e assim arrumam uma grana para fazer uns vídeos menos toscos. O vídeo pode ter um valor meramente cômico, mas esse synth disco punk dá uma boa pista. myspace Metric - EmptySe por acaso ao ler o nome Metric, ele não tenha parecido familiar, esse é mesmo só um caso de ligar o nome à pessoa. Com certeza todo mundo já dançou Dead Disco e também o rearranjo do MSTRKRFT para Monster Hospital. Agora é a vez da música mais bacana do álbum Live It Out virar um single. myspaceMaxïmo Park - Our VelocityO novo single do Maxïmo Park poderia facilmente ser uma das faixas do primeiro álbum da banda. Aliás, essa afirmação pode ser estendida a todo o disco novo. O Maxïmo Park continua fazendo sua mescla angulosa de momentos melancólicos e explosões dramáticas que agradou até aos gostos mais exigentes dois anos atrás. myspaceof Montreal - Heimdalsgate Like A Promethean CurseOutra banda que preferiu se manter na segurança de territórios já caminhados é o of Montreal. Seu novo trabalho mostra o mesmo pop com um quê twee e letras irônicas-surreais do disco anterior. myspace Foreign Islands - Fine Dining With The FutureO Foreign Islands faz parte da hypada cena de Nova York, mas muito pouco desse hype respingou sobre eles até agora. O que é bem injusto porque eles são mais originais e divertidos que qualquer We Are Scientists da vida. A banda lançou seu primeiro álbum alguns dias atrás, talvez ele consiga atrair um pouco de merecida atenção. myspaceBÔNUS! - Momento banda-piada Robyn - Konichiwa BitchesA Robyn é um cruzamento inusitado da loirice escandinava e voz meiga da Annie com a atitude e boca suja das alemãs safadinhas. No vídeo de Konichiwa Bitches, ela debochadamente abusa do clichê dos vídeos que descrevem exatamente o que a letra diz. myspace
Brett Anderson sem purpurina...
 ...e com um banquinho e um violão e uma orquestra. Acabaram-se as vozes afetadas e as comparações com David Bowie. Paradoxalmente, diria que a criatividade, para o vocalista, também está dando seus últimos suspiros. O ícone do neo glam dos anos 90 partiu pelo velho caminho dos cantores solo: a chatice e a velheira. Há dois anos, havia sido lançado o álbum de sua banda nova, The Tears, "Here Comes the Tears", e aquilo parecia mais do mesmo, do bom. Pudera! Ele havia se juntado novamente ao guitarrista Bernard Butler, seu parceiro ao estilo da dupla Johnny Marr/Morrysey, dos Smiths. Ambos fundaram o Suede, inicialmente chamado The London suede. O disco homônimo, lançado em 1993 e bastante influente para os rumos do britpop, contém as famosas "Animal Nitrate" e "The Drowners". Posteriormente (sem Butler) a banda lançou seu hit internacional, "The Beautiful Ones". Sei que os fãs não vão deixar de ouvir o disco pelo que escrevi aqui, e nem é meu objetivo: na verdade, vou dar uma dica de onde encontrá-lo. Ele está aqui. Fisicamente, o Brett Anderson continua em forma. O encarte acompanha o disco no download. :)
SoftLightes é uma banda da Califórnia que nasceu do fim do projeto electro pop The Incredible Moses Leroy. Em 2005, Ron Fountenberry e Kristian Dunn deram início ao novo projeto com direito a todas as experimentações que a imaginação deles foi capaz de criar. O resultado foi um EP com 5 músicas chamado “Heart Made Of Sound”. Agora em 2007 eles lançaram o álbum de estréia “Say No! To Being Cool, Say Yes! To Being Happy” pela gravadora Modular Records que tem na sua lista de artistas nomes como Van She e New Young Pony Club.
Quem gosta de The Shins e The Thrills, certamente vai curtir o som do SoftLightes. Eles fazem a alegria daqueles que adoram um indie pop com suas músicas de vocais suaves e melodias fofinhas que dá vontade de acompanhar batendo palmas e cantando junto.
James Ford and James Shaw James e James formam a dupla Simian Mobile Disco e estão bombando muito no Hype Machine, sendo que o disco ainda nem foi lançado. O fato é que eles andam fazendo os melhores remix das músicas que nós gostamos. Pode-se dizer também que eles são um dos responsáveis por fazer a cena indie se render as batidas eletrônicas e por popularizar o termo new rave. O destaque dos remixes são "W.A.Y.U.H." do Rapture e "Ladyflash" do The Go! Team, que vocês podem ouvir no Podcast Indecente #1. AH! E quem não se lembra da parceria que eles fizeram com o Justice na música "We Are Your Friends", que até hoje consegue levantar uma pista de dança. Pode anotar que você ainda irá ouvir muito falar deles. Já vou adiantando aqui que eles estarão no Skol Beats e que o disco de estréia será lançado em breve. É isso!
 A Forneria Marieta, 209 Sul, está com um delicioso projeto inovador, as Fornadas Musicais. Toda sexta-feira, a partir das 20 hrs., djs acompanharão os diversos pratos e o excelente ambiente que tem caracterizado a Forneria. Numa proposta mais lounge, vários djs da cena brasiliense dão uma sonoridade à comida italiana e ainda, o local manterá o chopp ao módico preço de R$ 2,50, durante toda a noite. música por: 6.abr > Gonzalo Insônia 13 e 20.abr > Lirou e Vitão Milionário
? - O fim do carão nessa Brasila!
 Foto por: Pree Graffiti Só pra dar um gostinho do que foi a festa de sexta. Em breve as fotos estarão aqui. A Indiecent Music agradece a todos que compareceram, todos que ajudaram na decoração e principalmente, à Clara do Prado que teve essa idéia genial e autorizou/ajudou a gente a colocá-la em prática.
Obrigada também ao Alexandre Herchcovitch por ter realmente aparecido na festa. Quem foi, viu. Não foi uma lenda que criamos, não foi jogada de marketing. Enfim.
Valeu Brasila!
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